Não faz sentido que se use a confiança como motor primário da acção.
Nesse âmbito, o que pode existir é, na verdade, duas coisas que, quando juntas, parecem confiança: a alegria e o movimento da vontade para aquilo que resultou do que foi sendo rejeitado. Mas pode bem ocorrer que estas não tenham a oportunidade de se encontrar juntas.
Só faz sentido apelar para a confiança quando, depois de um esboço de acção, haja indecisão.
Ou seja, ser confiante será mais facilmente uma arrogância ou uma soberba do que uma simples virtude.
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