Uma insinuação vaidosa para o adultério, e um coração que já não me lembrava que batesse.
Harvest (do Neil) na bagageira de um carro.
Uma nortenha estonteantemente sarcástica, e uma breve paixão que tive apenas porque a teria tido antes.
A valsa comunitária do desejo.
O reconciliamento com os associativos, com a Coimbrã boémia, com os hippies. Porque as pessoas sobrepõem-se a imenso.
Uma amizade dourada com mais uma folha, sobre um centro inquebrável, e ainda por cima agregadora de vontades.
Um longo professor plenamente ruralizado, em casa numa aldeia atipicamente dinâmica. Ainda com os mesmos olhos penetrantes.
Um outro professor, com generosidade de pai.
Um pontapé mental auto-infligido, e depois um brilhante planalto alcoólico, invencível.
Um Tiago-Bettencourt-wannabee.
Uma pose que não é mesmo pose, um cabelo diversamente amado.
A piedade por um impostor, e a esperança paternal num falhado.
A procissão das finalmente confundidas primeiras-impressões. E para melhor.
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