Vamos aprendendo – e até precocemente porque isto o Mundo com uma certa facilidade no-lo ensina – que onde com maior probabilidade podemos ir ao encontro da alegria é quando ela mesma nos parece episodicamente encontrar a nós, e chegando-nos através do que quer que seja, e que essa regra também rege a satisfação com os nossos sorrisos.
Mas o que eu ainda não tinha percebido – também porque isto o Mundo mais dificilmente no-lo ensina – é que podemos melhor esperar relacionarmo-nos com o choro, isto é, com a nossas expiações da dor, exactamente do mesmo modo: onde quer que ele episodicamente nos vá encontrar, e chegando-nos através do que quer que seja, é aí que o devemos libertar.
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